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Autoavaliação e Planejamento Estratégico

por 1508373 publicado 04/06/2021 16h50, última modificação 14/01/2025 14h41

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO PPGTI

versão 14/01/2025

 

O planejamento estratégico do PPGTI vem sendo realizado em consonância com o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) do Instituto Federal da Paraíba, com as diretrizes e metas do Plano Nacional de Educação (PNE) e do Sistema Nacional de Pós-Graduação. Considera fortemente também as diretrizes deliberadas pela área de avaliação em Computação da CAPES.

Para dar início aos trabalhos do planejamento estratégico do PPGTI, foi criada uma Comissão de Docentes para Autoavaliação do Mestrado Profissional em Tecnologia da Informação, em setembro de 2019. Esta comissão foi composta pelos docentes permanentes Luciana Pereira Oliveira (presidente), Francisco Petrônio Alencar de Medeiros (coordenador do programa), Crishane Azevedo Freire, Edemberg Rocha da Silva e Lafayette Batista Melo.

A Comissão supracitada tinha a incumbência de definir ações em termos de planejamento estratégico e de autoavaliação no PPGTI. Neste panorama, a comissão definiu como meta para o ano de 2019 algumas definições importantes para o processo de autoavaliação e planejamento estratégico, a saber: Plano Estratégico do PPGTI, considerando sua missão, objetivos, metas de curto, médio e longo prazo, assim como a especificação do processo de avaliação e metodologias para as dimensões Discente, Docente e Programa. A comissão foi criada para ser perene e atuar na autoavaliação e planejamento estratégico como processos dinâmicos, portanto passíveis de ajustes e atualizações conforme a evolução natural e as demandas do PPGTI, a serem discutidas e deliberadas pelo Colegiado do programa.

Metodologia

O Plano Estratégico é o esquema que define os passos do PPGTI em termos de suas metas e de seu desenvolvimento. O Plano explicita a missão, valores, visão e objetivos do Programa, sendo uma proposta de referência tanto atual quanto para o futuro, que deve corroborar nas decisões e ações a serem realizadas em prol do Programa.

Devido à importância do planejamento estratégico para o PPGTI, algumas premissas são consideradas como base para a elaboração e /ou atualização de seu processo. Ele deve:

  • Ser participativo, com o envolvimento contínuo dos professores, discentes, técnicos-administrativos, Coordenação de pós-graduação do campus João Pessoa, e Pró-Reitoria de Pesquisa, Inovação e Pós-graduação do IFPB; 
  • Ter forte alinhamento com o Planejamento Estratégico Institucional (PLANEDE/Reitoria), e com o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI);
  • Estar ajustado às diretrizes da área de avaliação da CAPES (Computação); e
  • Atuar de modo recíproco com o processo de autoavaliação do PPGTI.

Neste panorama, o processo de elaboração de planos estratégicos para o PPGTI foi definido, a partir de uma abordagem simplificada, considerando as seguintes fases principais: (i) Preparação e definições iniciais; (ii) Análise diagnóstica; e (iii) Plano Estratégico. Cada fase é descrita resumidamente a seguir.

                       i.          Preparação e definições iniciais  

Inicia-se com as discussões das necessidades de planejamento estratégico ou de sua atualização. No primeiro momento, em 2019, as discussões foram motivadas pela necessidade de estabelecimento do plano estratégico e de critérios de autoavaliação para apoio à gestão do PPGTI.

Para se chegar ao plano estratégico, a Comissão realizou um estudo sobre os principais indicadores a serem considerados na avaliação do Programa e montou critérios conforme três dimensões: Docente, Discente e Programa. A ideia era que esses indicadores fossem usados também para definição de um plano de ação.

Cada dimensão foi analisada e discutida com os envolvidos, e um conjunto de critérios de autoavaliação foram definidos conforme a seguir:

Dimensão Programa

Cinco critérios para avaliação foram estabelecidos:

C1: Recursos financeiros provenientes do IFPB, agências de fomento e setor produtivo;

C2: Informações do mestrado no site; 

C3: Distribuição de comissões e ações entre docentes; 

C4: Infraestrutura; e

C5: Indicador Candidato/Vaga nos processos seletivos.  

Dimensão Corpo Docente

 Cinco critérios para avaliação foram especificados:

C6: Índice de colaboração do docente no programa (distribuição da orientação entre o total de docentes, participação em comissões);

C7: Índice de produtividade acadêmica (publicações e distribuição das publicações entre os docentes);

C8: Produção técnica (produções e distribuição das produções técnicas entre os docentes);

C9: Qualificação ou capacitação por meio de cursos, estágios, estágios sabáticos, pós-doutorado etc; e

C10: Inserção local, regional, nacional e internacional (projetos de cooperação, convênios e participação em eventos).  

Dimensão Corpo Discente

Quatro critérios para avaliação foram definidos:  

C11: Índice de conclusão (quantidade de concluintes e abandono); 

C12: Egresso (acompanhamento);

C13: Produção dos alunos (produção científica e produção técnica); e 

C14: Índice de performance acadêmica (frequência, aprovação e produção).

                     ii.          Análise diagnóstica 

No primeiro momento, esta fase foi dedicada à elaboração de um conjunto de fatores críticos internos e externos correspondentes aos critérios definidos a partir da autoavaliação (C1 a C14). Para realizar a análise diagnóstica conforme esses fatores, optou-se por aplicar a matriz de SWOT (Strengths, Weaknesses, Opportunities e Threats) como meio de identificar pontos fortes, fracos, oportunidades e ameaças no contexto do PPGTI.  A partir da primeira análise diagnóstica, as seguintes, comuns em processos dinâmicos, tomam a anterior como base para iniciar a atualização e/ou complementação da versão existente. 

                       iii.          Plano Estratégico

Após a construção ou atualização da Matriz de SWOT, o plano estratégico do Programa é estabelecido ou atualizado. Nele, devem constar os seguintes elementos: visão, missão, valores e metas de curto, médio e longo prazo para o PPGTI. 

                     iv.          Monitoramento

Após as etapas de preparação e criação do plano estratégico, cabe à Comissão de Autoavaliação do PPGTI, juntamente com a Coordenação do Programa e com o Colegiado acompanhar a necessidade de atualização ou ajuste do plano. Em caso de necessidade, todo o processo metodológico definido é reimplementado.

 

Plano Estratégico do PPGTI

 

Missão

A missão do PPGTI, alinhada à missão do IFPB, é ofertar educação científica, profissional e tecnológica por meio do Ensino, da Pesquisa e da Inovação, na perspectiva de formar cidadãos altamente qualificados para realizar pesquisa e atuarem na geração de novos produtos e processo em empresas e instituições, contribuindo na construção de uma sociedade inclusiva, justa, sustentável e democrática.

Visão

Ser um programa de mestrado profissional de referência local, regional e nacional na transformação dos estudantes para serem capazes de atuarem na geração e aplicação de pesquisa, inovação e conhecimento no mercado de trabalho e na sociedade. 

Valores

Os valores do programa são: foco nos estudantes, nos professores e nos colaboradores; Respeito às pessoas, ao meio ambiente e à cultura; Realização de pesquisa e de produção de conhecimentos de modo ético; e atenção à  qualidade das produções e impactos; A visão de futuro é ser referência local e nacional como programa profissional, reconhecido pela qualidade e ampliação da inovação, inclusão e pelo compromisso social e ambiental.

Metas

Metas de curto prazo (2025 e 2026) - consolidar o programa e atingir nota 4 na avaliação da CAPES; consolidar os processos de autoavaliação discente, docente e do programa, de modo continuamente alinhando ao planejamento estratégico; melhorar a infraestrutura do PPGTI com a ampliação de laboratórios temáticos para apoio aos grupos de pesquisa; buscar recursos próprios para gerenciamento do PPGTI. 

Metas de médio prazo (2027 e 2028) - para o Programa, ampliar parcerias com empresas locais e obter resultados de TCCs que gerem impacto nas referidas empresas; para o Corpo Discente, maximizar índices de conclusão do mestrado (>70%) alinhado a pelo menos uma produção técnica ou científica; para o Corpo Docente, aumentar as produções técnicas e científicas, almejando um equilíbrio entre as linhas de pesquisa e entre os pesquisadores; ter ao menos um docente permanente bolsista de produtividade em pesquisa ou desenvolvimento tecnológico e extensão inovadora; articular qualificação por meio de pós-doutorados ou estágios sabáticos no exterior em vias de investir mais no processo de internacionalização; integrar cada vez mais alunos de graduação e do curso técnico nos projetos de pesquisa junto aos discentes de mestrado e outros professores da Unidade Acadêmica de Informática (UAI) não docentes do programa; ampliar excelência na formação dos discentes para que esses transformem seus ambientes de trabalho e produção, bem como evoluam na carreira e nas posições assumidas no Brasil ou no exterior.

Metas para longo prazo (2029 e 2032) – para o programa, criar o doutorado profissional; para os Docentes, consolidar o processo de internacionalização, consolidar-se como referência local de formação em nível de mestrado profissional na área de Computação; ter pelo menos três docentes permanentes como bolsistas de produtividade em pesquisa ou desenvolvimento tecnológico e extensão inovadora.